a evolução fonética da forma Rauffi para Ronfe. desde o apogeu dos castros pré-romanos da idade do ferro, no inicio do século V.
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
“A minha maior preocupação é a injustiça
social, que consiste no facto dos custos socializados do
falhanço do sistema atingirem com maior
dureza os grupos sociais mais vulneráveis”…”este programa de
submissão desenfreada do mundo
da vida aos imperativos de mercado é acompanhado de um
“enfado da política” ao qual não é
alheia a ascensão ao poder de uma geração desarmada em
termos ideológico-normativos, incapaz
de assumir objetivos, causas e esperanças”.
A Declaração
Universal dos Direitos Humanos estabelece no seu art.º 1º que “Todos os seres
humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”
Se assim não for, pela terceira vez num século, desta vez
por meios pacíficos, a Alemanha destrói
a Europa.
sexta-feira, 15 de junho de 2012

“Há tantos burros a mandar em homens inteligentes que, às vezes, penso que a burrice é uma Ciência”.
A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Tenho de admitir, por outro lado, que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições importantes. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos "displicentes" que não revelam normalmente o apetite pelo poder. Mas, há que ter em consideração que esses medíocres, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de defender bem as posições conquistadas – como que com verdadeiras muralhas de granito por onde os talentosos e inteligentes não conseguem passar.
Em todas as áreas encontramos d’essas fortalezas inexpugnáveis a quaisquer legiões de lúcidos.
Dentro deste raciocínio, que poderia ser uma extensão do "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdão, sou forçado a admitir que uma pessoa precisa de fingir que é burra se quer vencer na vida.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Todos os dias Crato tem o cuidado de reconfirmar que não passa de uma fraude! Esta nova medida ministerial de limitação à abertura de vagas no ensino superior... a menos que as Universidades provem a “empregabilidade dos cursos” a frequentar pelos estudantes, francamente, é de difícil classificação.
Não defendo que se encaminhem milhares e milhares de estudantes para cursos “esotéricos” e demais vigarices que algumas Universidades praticam; mas fazer depender o acesso ao ensino superior, de uma empregabilidade garantida, para além de uma imbecilidade, é menos criativo que gerir um armazém de produtos do Pingo Doce ou do Continente. É afunilar o acesso e tentar “elitizar” ainda mais o ensino superior. É tratar os estudantes como meras mercadorias, ao serviço do interesse exclusivo das empresas e, em boa parte dos casos, contra os seus interesses e crescimento enquanto seres humanos. É transformar o conhecimento e a cultura em simples moeda... o que, nos dias que correm, vale pouco mais que lixo.
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