Fingindo que gere, arruína.
Fingindo que investe, perde.
Fingindo que paga, endivida-se
Fingindo que empresta, dá.
Fingindo que poupa, esbanja
Fingindo que governa, governa-se
BPN / SLN eram uma teia que continua a destruir tudo que envolva dinheiro do estado.
BPN/SLN foi a forma mais disfarçada e simultaneamente mais descarada, que os políticos encontraram, de colocar o dinheiro do ESTADO, ao serviço do enriquecimento ilícito, da nossa elite de políticos e companhia.
Sem medo, sem vergonha... seguros da impunidade que grassa entre eles, pois os cabecilhas do Gang são amigos do Presidente da República??!
Navegue por este oceano de crimes cobardes contra um povo inocente que já não tem a capacidade de se defender... Ou porque desconhece que o saqueiam, ou porque mesmo conhecendo os crimes não encontra justiça que lhe valha.
a evolução fonética da forma Rauffi para Ronfe. desde o apogeu dos castros pré-romanos da idade do ferro, no inicio do século V.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Estou farto de ver o país sequestrado por corruptos. Farto de ver políticos a mentir. Farto de ver a Constituição ser trespassada. Farto de ver adolescentes saltitantes e acéfalos, de bandeira partidária em punho, a lamberem as botas de meia dúzia de ilusionistas. Farto de oportunistas que, após mil tropelias, acabam a dirigir os destinos do país. Farto de boys que proliferam como sanguessugas e transformam o mérito em pouco mais do que uma palavra. Farto da injustiça social e da precariedade. Farto da Justiça à Dias Loureiro. Farto dos procuradores de pacotilha. Farto de viver num regime falso, numa democracia impositiva. Farto da austeridade. Farto das negociatas à terceiro mundo. Farto das ironias, da voz irritante, dos gráficos e da falta de sensibilidade de Vítor Gaspar. Farto dos episódios inacreditáveis do 'Dr.' Relvas, das mentiras de Passos Coelho e da cobardia de Paulo Portas.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
"ignorantes"António Borges, o consultor do Governo que decidiu chamar de "completamente ignorantes", a todos os empresários que decidiram criticar a medida da subida da TSU para os trabalhadores e correspondente descida para os patrões. Borges é um homem com currículo no Goldman Sachs, na escola de gestão europeia INSEAD e no Fundo Monetário Internacional. Não deve ser, pois, nenhum ignorante: é apenas o inteligente mais estúpido do país.
Digo isto, ou tento dizer, sem insulto associado. Todos somos assim, espertos para umas coisas e parvos para outras. O problema de António Borges está em que a excessiva facilidade que tem em ver a ignorância dos outros o cega para a sua própria ignorância.
O mais perigoso ignorante é aquele que ignora a sua ignorância.
António Borges disse ainda outras duas coisas que são dignas de menção.
A primeira é que os ditos empresários não passariam no primeiro ano do seu curso na faculdade. Para ele não é de considerar sequer a hipótese de haver críticas inteligentes à sua ideia: aluno que discorde está chumbado. Além de mau consultor governamental, Borges não parece ser bom professor.
A segunda foi a repetição do lugar-comum de que "gastámos mais do que podíamos... e o programa de ajustamento tem de ser doloroso
Digo isto, ou tento dizer, sem insulto associado. Todos somos assim, espertos para umas coisas e parvos para outras. O problema de António Borges está em que a excessiva facilidade que tem em ver a ignorância dos outros o cega para a sua própria ignorância.
O mais perigoso ignorante é aquele que ignora a sua ignorância.
António Borges disse ainda outras duas coisas que são dignas de menção.
A primeira é que os ditos empresários não passariam no primeiro ano do seu curso na faculdade. Para ele não é de considerar sequer a hipótese de haver críticas inteligentes à sua ideia: aluno que discorde está chumbado. Além de mau consultor governamental, Borges não parece ser bom professor.
A segunda foi a repetição do lugar-comum de que "gastámos mais do que podíamos... e o programa de ajustamento tem de ser doloroso
domingo, 30 de setembro de 2012
para reflexão
Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Em tempo de reflexão
Sobra um governo moribundo mas em funções
Por razões diferentes, tanto o Presidente da República como o primeiro-ministro têm margens muito estreitas para resolver o problema que Passos Coelho e Vítor Gaspar (e, quer queira quer não, o próprio Paulo Portas) criaram ao país com o anúncio descabido, desadequado e contraproducente de um pacote de medidas de aumento de impostos disfarçado de outra coisa que, diga-se de passagem, ainda não se percebeu o que é.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
em tempo de reflexão
A proposta de Nuno Crato de tornar o ensino profissional um recurso para os maus alunos do ensino básico remete para um modelo de ensino dual que caracterizou o Salazarismo.
Há um par de princípios que tenho como fundamentais para a educação dos meus filhos: em primeiro lugar, não desistir deles.
Ter a certeza de que, mesmo quando falharem, apoiá-los-ei e não aceitarei que o falhanço seja definitivo. Em segundo lugar, querer para eles sempre o melhor.
Há uma ideia feita, muito propalada, que defende que são as agruras na infância que enrijecem.
Não me parece que assim seja. Como ensina a escritora italiana Natalia Ginzburg num notável texto, infelizmente não traduzido para português, "Scarpe Rotte" (Sapatos Rotos), sobre a sua experiência de mãe na clandestinidade durante o fascismo, uma infância protegida dá-nos a força que mais tarde vamos precisar para enfrentar as dificuldades.
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Há um par de princípios que tenho como fundamentais para a educação dos meus filhos: em primeiro lugar, não desistir deles.
Ter a certeza de que, mesmo quando falharem, apoiá-los-ei e não aceitarei que o falhanço seja definitivo. Em segundo lugar, querer para eles sempre o melhor.
Há uma ideia feita, muito propalada, que defende que são as agruras na infância que enrijecem.
Não me parece que assim seja. Como ensina a escritora italiana Natalia Ginzburg num notável texto, infelizmente não traduzido para português, "Scarpe Rotte" (Sapatos Rotos), sobre a sua experiência de mãe na clandestinidade durante o fascismo, uma infância protegida dá-nos a força que mais tarde vamos precisar para enfrentar as dificuldades.
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