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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

a verdade

“Quem vive muito acima
das suas possibilidades é
o Estado, a classe
política, os gestores
públicos e todos os que
comem da manjedoura
que é o orçamento do
Estado.”

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

a liberdade

“Escolher é excluir.”

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

a liberdade

Vale a pena lembrar que há 36 anos Vasco Gonçalves, trouxe a Portugal e aos portugueses o subsídio de desemprego, o salário mínimo, o subsídio de férias e o subsídio de natal...

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

a verdade


O capitalismo precisa de outras formas de dominação para florescer, do racismo ao sexismo e à guerra.
O capitalismo é amoral e não entende o conceito de dignidade humana. O mundo diversificou-se e a diversidade instalou-se no interior de cada país. A
compreensão do mundo é muito mais ampla que a compreensão ocidental do mundo; não há internacionalismo sem interculturalismo.
O que é a esquerda? A esquerda é um conjunto de posições políticas que partilham o ideal de que os humanos têm todos o mesmo valor, e são o
valor mais alto.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

a verdade

Geração à rasca foi a minha
Geração à rasca foi a minha. Foi uma Geração que viveu num país vazio de
gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser
diferente, pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à
segurança social. Uma geração de opiniões censuradas a lápis azul. De pides por todo o lado. De livros proibidos e de jornais lidos às escondidas. Músicas?
Só pimbalhadas porque o resto era proibido. Ouvir o Zeca Afonso? O Adriano? O Sérgio Godinho? O Zé Mário Branco? O Manuel Freire? Às escondidas e nem assim! De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de
crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.
Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio
proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.
Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto,
casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras
porque sim, pais biológicos, etc.
A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o
chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país
ou de ler-lhe a correspondência.
Os televisores LED, ou a 3 dimensões eram uns caixotes a preto e branco onde
se colocava à frente do ecrã um filtro colorido, mas apenas se conseguia
transformar os locutores em ET’S desfocados.
Na rádio ouviam-se apenas 3 estações – a oficial Emissora Nacional, a
católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos
então os Gato Fedorento, mas dava-nos imenso gozo ouvir Os Parodiantes de
Lisboa, ou a Voz dos Ridículos.
As Raves da época eram as festas de garagem, onde de ouvia música de vinil e
se fumava liamba das colónias. Nada de Bares ou Danceterias. As Docas eram
para estivadores, e O Jamaica do Cais do Sodré para marujos.
A “Night” era para os boémios. Éramos a geração das tascas, das casas de
fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam
discos, como a Valentim de Carvalho ou a Vadeca.
As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que a nossa juventude
enviava lá da guerra aos pais, noivas, namoradas ou madrinhas de guerra.
Agora vivem na Internet, ora alimentando números de socialização no
Facebook, ora cultivando batatas no Farmville. Os SMS e E-Mails cheios de k
e vazios de assentos eram as nossas cartas e postais ou papelinhos
contrabandeados nas aulas.
As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas por via marítima. Quem não
se lembra do Niassa, do Timor, do Quanza, da Índia entre outros, tenebrosos
navios que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza - a viagem de ida,
quer fosse para Angola, Moçambique ou Guiné.
Ginásios? Só nas colectividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam
doentes. Coca-Cola e Pepsi? Eram proibidas. Bebia-se laranjada, gasosa ou
pirolito.
Na minha geração, dos jovens só se esperava que fossem para a tropa ou
emigrassem.
Na minha Geração o país, tal como as fotografias, eram a preto e branco.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

a verdade

a verdade da economia mundial.
neste quadro está a sacralidade.

domingo, 15 de maio de 2011

a verdade


Nem todos tem a coragem de dizer as coisas que é preciso, nem todos tem a coragem de lutar, pois isto é destino de alguns e nem todos tem a coragem de se manifestarem, estes são os imprescindíveis neste país que é Portugal.

domingo, 8 de maio de 2011

a verdade

(é melhor atura-los, que ser como eles)

sábado, 23 de abril de 2011

a liberdade

O céu ficou maior
E eu fiquei sem saber
Se a minha alma era o céu
Se era o mar,
Se era eu!

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Liberdade


Há um primeiro-ministro que mente.
Mente de corpo e alma, completamente,
e mente de maneira tão pungente.
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente...
Indecentemente... mente,
e mente tão racionalmente.
Que acha que mentindo vida fora,
nos vai enganar eternamente.

A Liberdade


Tu, que tanto prometeste
enquanto nada podias,
hoje que podes - esqueceste
tudo que prometias.

quinta-feira, 10 de março de 2011

A Liberdade


basta dar as mãos à esperança,
basta dar tempo à Primavera,
basta orientar nascentes e vontades.

A Liberdade


Mentiu com habilidade,
fez quantas mentiras quis,
Agora fala verdade,
ninguém crê no que ele diz.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Liberdade


As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que, começou a revolução! Falo mesmo da revolução"andamos distraídos"e não demos conta, falo no sentido figurado de uma revolução!
Num processo rápido e radical, que resultará em algo de novo e diferente, traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses... e que irá mudar a nossa sociedade e a nossa forma de vida nos próximos 15 a 25 anos!

A Liberdade


Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda que qualquer uma! está a acontecer na nossa rua à nossa volta, e ainda não percebemos que a revolução já começou!

sábado, 5 de setembro de 2009

Ser solidario

Ninguém pode negar que, desde o 25 de Abril,
o Povo Português alcançou grandes vitórias
mas estamos ainda longe de alcançar a sua
principal vitória: ultrapassar a amnésia que
afecta os políticos da direita depois de eleitos.