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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

a esperança

" Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.

E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem-se do presente de forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro.

E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido."

- Dalai Lama-


terça-feira, 29 de novembro de 2011

a verdade

Mota Soares troca Vespa por carro de luxo


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

a esperança

. Aquele que se esquece do Passado está fadado a Repeti-lo!?

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

a verdade

“A verdade existe.
Apenas se inventa
a mentira.”

sábado, 5 de novembro de 2011

a liberdade


Tempo de minhocas e de filhos de meretriz


“O dia deu em chuvoso”, escreveu Álvaro de Campos. Num tempo soturno, melancólico, deprimente. “Tempo de solidão e de incerteza / Tempo de medo e tempo de traição / Tempo de injustiça e de vileza / Tempo de negação”, diria Sophia de Mello Breyner. Tempo de minhocas e de filhos da puta, digo eu. Entendendo-se a expressão como uma metáfora grosseira utilizada no sentido de maldizer alguém ou alguma coisa, acepção veiculada pelo Dicionário da Academia e assente na jurisprudência emanada dos meritíssimos juízes desembargadores do Supremo Tribunal da Justiça. Um reino de filhos da puta é assim uma excelente metáfora de um país chamado Portugal. Que remunera vitaliciamente uma “sinistra matilha” de ex-políticos, quando tudo ou quase tudo à nossa volta se desagrega a caminho de uma miséria colectiva irreversível.

Carlos Melancia, ex-governador de Macau, empresário da indústria hoteleira, personificou o primeiro julgamento por corrupção no pós 25 de Abril. Recebe, actualmente, 9500€ mensais; Dias Loureiro, um “quadrilheiro” do círculo político de Cavaco, ex-gestor da SLN, detentora do BPN, embolsa vitaliciamente 1700€ cada mês; Joaquim Ferreira do Amaral, membro actual da administração da Lusoponte com a qual negociou em nome do governo de Cavaco Silva, abicha 3000 €; Armando Vara, o amigo do sucateiro Godinho que lhe oferecia caixas de robalos e ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, enfarda nada mais nada menos que 2000€; Duarte Lima, outro dos “quadrilheiros” do círculo político cavaquista, acusado pela justiça brasileira do assassinato de uma senhora para lhe sacar uns milhões de euros, advogado na área de gestão de fortunas, alambaza-se mensalmente com 2200€; Zita Seabra, que transitou do PCP para o PSD com a desfaçatez oportunista dos vira-casacas, actual presidente da Administração da Alêtheia Editores, açambarca 3000€… E muitos, muitos outros, que os caracteres a que este espaço me obriga, me forçam a deixar de referir.

Quero, no entanto, relevar um deles – Ângelo Correia, o famoso ministro do tempo da chamada “insurreição dos pregos”, actual gestor e criador de Passos Coelho que, nesta democracia de merda, chegou a primeiro-ministro “sem saber ler nem escrever”! Pois Ângelo Correia recebe 2200€ mensais de subvenção vitalícia! E valerá a pena recuperar o que disse este homem ao Correio da Manhã em 14 de Junho de 2010: “A terminologia político-sindical proclama a existência de ‘direitos adquiridos’ (…) Ora, numa democracia, ‘adquiridos’ são os direitos à vida, à liberdade de pensamento, acção, deslocação, escolha de profissão, organização política (…) Continuarmos a insistir em direitos adquiridos intocáveis é condenar muitos de nós a não os termos no futuro.” Ora, perante a eventual supressão da acumulação da referida subvenção vitalícia com vencimentos privados, o mesmo Ângelo Correia disse à RTP em 24 de Outubro de 2011: “Os direitos que nós temos (os políticos subvencionados) são direitos adquiridos”! Querem melhor? Pois bem. Este é o paradigma do “filho da puta” criador. Porque, depois, há o “filho da puta” criatura. Chama-se Passos Coelho. Ei-lo em todo o seu esplendor, afirmando em Julho de 2010: “Nós não olhamos para as classes médias a partir dos 1000€, dizendo: aqui estão os ricos de Portugal. Que paguem a crise”. E em Agosto de 2010: “É nossa convicção não fazer mais nenhum aumento de imposto. Nem directo nem encapotado. Do nosso lado, não contem para mais impostos”. Em Março de 2011: “Já ouvi o primeiro-ministro (José Sócrates) a querer acabar com muitas coisas e até com o 13.º mês e isso é um disparate”. Ainda em Março de 2011: “O que o país precisa para superar esta crise não é de mais austeridade”. Em Junho de 2011: “Eu não quero ser o primeiro-ministro para dar emprego ao PSD. Eu não quero ser o primeiro-ministro para proteger os ricos em Portugal”. Perante isto, há que dizer que pior que um “filho da puta”, só um aldrabão. Ora, José Sócrates era um mentiroso compulsivo. Disse-o aqui vezes sem conta. Mas fazia-o com convicção e até, reconheço, com alguma coragem. Este sacripanta de nome Coelho, não. É manhoso, sonso, cobarde. Refira-se apenas uma citação mais, proferida pelo mesmo “láparo”, em Dezembro de 2010. Disse ele: “Nós não dizemos hoje uma coisa e amanhã outra (…) Nós precisamos de valorizar mais a palavra para que, quando é proferida, possamos acreditar nela”. Querem melhor?

“O dia deu em chuvoso”, escreveu Álvaro de Campos. É o “tempo dos coniventes sem cadastro / Tempo de silêncio e de mordaça / Tempo onde o sangue não tem rasto / Tempo de ameaça”, disse Sophia. Tempo para minhocas e filhos da puta, digo eu. É o tempo do Portugal que temos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

a verdade

Durante toda a nossa existência sempre procurámos abrigo, ter um tecto para morar, protegermo-nos das intempéries ou termos momentos de privacidade é essencial para o nosso desenvolvimento como indivíduos

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

a verdade

“Desde que vivemos em
democracia, habituámonos a políticos
incompetentes,
mentirosos, corruptos
fraquinhos ou
alucinados. Não nos
habiuámos a políticos assassinos."

domingo, 30 de outubro de 2011

a verdade

Nunca um governo contribuiu tanto para a educação do povo
Eis alguns preciosos ensinamentos que, na sequência da anterior, esta semana nos
trouxe:
1. As agências de rating estão ao serviço das ambições hegemónicas dos EUA
2. As agências de rating querem liquidar o euro e proteger o dólar
3. As agências de rating detêm um poder desproporcionado, visto que 3 empresas
asseguram 90% da notação a nível mundial
4. O modelo de análise económico-financeira utilizado pelas agências de rating é deficiente e pouco fiável
5. As agências de rating fomentam a especulação ampliando tanto a euforia como o
pânico
6. As empresas proprietárias das agências de rating especulam ativamente nos mercados
de títulos
7. Os veredictos das agências de rating não são actos de Deus como o granizo e as
erupções vulcânicas
8. Não faz mal insultar as agências de rating
9. É anti-patriótico atender à argumentação das agências de rating
10. É aconselhável matar de vez em quando o mensageiro

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

a liberdade

a verdade

A corrupção é pior
que a prostituição. Esta
pode colocar em risco a
moral de um indivíduo, a
primeira coloca em risco
a moral de todo o país.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

a verdade

POR ESTAS E POR OUTRAS ESTE " SÍTIO " NUNCA MAIS É UM PAÍS.
Vencimentos médios em termos de carreira...
G.N.R...............€ 800,00 - Para arriscar a vida.
Bombeiro...........€ 960,00 - Para salvar vidas.
Professor...........€ 930,00 - Para preparar para a vida.
Médico...........€ 2.260,00 - Para manter a vida.
Deputado...... € 6.700,00 - Para nos lixar a vida.

a verdade

O capitalismo vai tentando superar a sua actual crise global segundo o essencial das medidas clássicas que toma nestas circunstâncias: destruição de meios de produção, ataque aos direitos dos trabalhadores e aos direitos sociais, desemprego, guerra. Mas os efeitos dessa violência começam a levantar protestos de massa no próprio coração do sistema. Há uma “bomba-relógio” social cujo tic-tac se faz ouvir. Vamos ver qual será o sentido histórico que assumirá a sua previsível explosão.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

a verdade

Ao cabo de pouco mais de um mês de estar em funções este Governo quer desde já asfixiar os trabalhadores e os cidadãos através da retirada de direitos laborais (indemnizações nos despedimentos), aumento de impostos (corte no subsídio de natal) acompanhado duma subida brutal dos preços dos transporte.

a verdade

O pós-modernismo empresta algo do modernismo e da vanguarda e, em certo sentido, coloca uma contra a outra. (...) Da vanguarda, o pós-modernismo toma a dissolução da arte na vida social, a repulsa à tradição, uma oposição à "alta" cultura enquanto tal, mas mistura isso com os impulsos apolíticos do modernismo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

a verdade

A BOLSA OU A VIDA

colonialismo_1

La acción civilizadora del mundo occidental, que ahora se llama globalización, ha seguido ejerciéndose, no ya en determinados lugares, sino en todo el planeta, promoviendo democracias a golpe de misil, acciones humanitarias que protegen a las humanas materias primas, y utilizando todo tipo de eufemismos y lenguajes ‘políticamente correctos’ para que todo se vuelva del revés y nada cambie.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

a verdade

“Daria tudo para estar
enganado, mas, quando
em 2012, as ruas das
cidades europeias, de
Lisboa a Paris, passando
por Berlim e Roma,
forem ocupadas por
multidões (...) então até
as bisonhas criaturas
que nos governam vão
perceber que a Grécia,
afinal, não habita a
periferia, mas sim o
coração da Europa.”

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

a verdade

“A liberdade e a
democracia terão pegado
de estaca, mas o pão, a
paz, a habitação e a
saúde (...) podem dar azo
a muitas cantigas de
protesto nos anos que se
aproximam.”

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

a verdade

Ora, é bem de ver que com este caldo não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.